Palhinha entrançada à mão
Para cadeiras com furação no aro: Thonet, Luís XVI, Chippendale, cadeiras de convento. Ponto de seis vias em cana-da-índia, fio a fio, com cavilha de fecho em madeira.
DetalhesAtelier artesanal na Avenida Duque de Loulé · desde 1998
Reparação e re-tecelagem manual de assentos em palhinha natural, junco, rattan e fita de linho. Trabalhamos peça a peça, com os mesmos gestos, pontos e materiais com que a cadeira nasceu.
Quem somos
O atelier Palhinha & Junco nasceu de uma oficina de cadeiras no Rato e mudou-se, em 2006, para a Avenida Duque de Loulé. Trabalhamos sobretudo para famílias que herdaram cadeiras de palhinha, antiquários do Bairro Alto e da Rua de São Bento, arquitetos de interiores e coleccionadores de mobiliário Thonet, Art Nouveau e colonial português.
Cada assento é medido, desmontado e re-tecido à mão. Não usamos pistolas de cola nem redes sintéticas: usamos cana-da-índia selecionada, junco húmido, fita de linho e cavilhas de madeira.
O processo
Traz a cadeira à avenida ou envia-nos as medidas do aro. Identificamos a técnica original, o material e o estado da madeira, e explicamos o que pode e o que não deve ser tocado.
Retiramos a palhinha degradada, limpamos os orifícios e a ranhura, removemos colas acrílicas de reparações anteriores e consolidamos encaixes soltos.
Cana demolhada, tensão constante e as sete passagens do ponto de seis vias. Nos assentos de junco, entrançamos em contínuo com enchimento interior de papel-corda.
Aparamos, colocamos a cavilha de fecho, igualamos o tom com pátina à base de goma-laca e devolvemos a peça pronta a usar, com instruções de manutenção.
Serviços
Para cadeiras com furação no aro: Thonet, Luís XVI, Chippendale, cadeiras de convento. Ponto de seis vias em cana-da-índia, fio a fio, com cavilha de fecho em madeira.
DetalhesPara aros com ranhura: assentos e costas de cadeiras do século XX, bancos e portas de armário. Folha natural aplicada com junquilho de cana e cola reversível.
DetalhesAssentos entrançados em junco natural, papel-corda torcido ou fita de linho tecida em xadrez — típicos de cadeiras rústicas alentejanas e de mobiliário nórdico dos anos 50.
DetalhesAntes & depois
Quem já confiou
“Tinha seis cadeiras da minha avó guardadas há anos na Ajuda. Voltaram todas para a mesa da sala e ninguém acredita que não são as originais intactas.”
“Trabalho com mobiliário do século XIX e preciso de rigor na técnica. É o único atelier em Lisboa a quem entrego peças de leilão sem hesitar.”
“Recolheram as cadeiras Thonet do café, deram prazo certo e cumpriram. Um ano depois, continuam impecáveis com uso intenso.”
Fale com o atelier
Não é preciso saber o nome da técnica. Descreva a peça — ou traga-a à Avenida Duque de Loulé — e nós identificamos o material, o ponto e o tempo de trabalho necessário.